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Costa Rica – 5 destinos a não perder.

O que vos posso dizer sobre a Costa Rica?

Que é um dos destinos que mais me apaixonou, por várias razões. Se procuras paisagens de cortar a respiração, uma floresta de perder de vista, animais no seu estado selvagem, rios e pântanos, se adoras o contacto com a natureza, não tens medo das alturas e gostas de desportos ao ar livre: a Costa Rica é para ti!Passamos 15 dias a caminhar, passear, visitar, descobrir a Rain e a Cloud Forest no seu estado mais puro. Não há descanso, nem lagartear horas ao sol.

Viajamos com escala no Panamá, e o tempo de viagem ultrapassou as 20 horas. Chegamos cansados mas desejosos de conhecer este país. Sabias que é o único país no mundo que não tem exército? A defesa da pátria é assegurada pelos Estados Unidos.

A Costa Rica é um país de pessoas simpáticas, que gostam de cuidar da natureza, e que vivem do turismo e da agricultura. A eco-sustentabilidade está presente nos mais pequenos detalhes, e até nas pequenas aldeias as populações reciclam o lixo.

O lema do país: Pura Vida!

A nossa viagem levou-nos, através de um roteiro pré-combinado, a 5 localidades: Tortuguero, Puerto Viejo,  Arenal, Monte Verde e Manoel António. Venham todos comigo à descoberta deste paraíso na terra!

1 – VIAGEM

Compramos a viagem na Logitravel, com voos, transfere e hotéis com pequeno almoço. Não vale a pena reservar pensão completa a não ser em Tortuguero, pois não há nada à volta do resort.

2- TORTUGUERO

O nosso primeiro destino foi Tortuguero, no meio da Rain Forest, que é um parque nacional com uma fauna e flora muito ricas. Demoramos cerca de uma hora até chegar ao resort (de barco no meio da floresta). O resort é composto por bungalows, no meio da vegetação, e acordávamos de manhã com os macacos à janela! Vimos preguiças, morcegos, jacarés, aranhas, pássaros, macacos de várias espécies, borboletas gigantes.

Tem imensas flores, e animais para observação. Dali fomos para a praia de Tortuguero (que é ao lado da aldeia de Tortuguero), local onde milhares de tartarugas depositam os seus ovos antes de regressar ao oceano. Não fomos na época da desova, mas foi fácil imaginar o cenário.

Apanhámos muita chuva, ou não fosse estarmos na Rain Forest.

Aproveitamos para fazer também canopy em Tortuguero, a mais de 50metros do chão.

 





3 – PUERTO VIEJO

Seguimos de Tortuguero para Puerto Viejo de Talamanca, uma pequena aldeia piscatória que parece outra realidade na Costa Rica. Ficamos alojados numa casa de madeira, a 10minutos de bicicleta do centro da aldeia.

Houve-se reggae, fuma-se muita erva (literalmente), as pessoas são na maioria negras, as praias são de areia branca e o mar é cristalino. A Praia, ainda selvagem  é no centro da pequena cidade, (já foi muitas vezes referenciada como uma das mais bonita do mundo) e o Parque Nacional da Cauita, um pouco norte, é um local e um passeio a não perder.

Alugamos bicicletas para passear, comemos na aldeia por um preço baixo e ficamos na praia debaixo das árvores.

É um local bom para descansar, passear e conviver com os locais.

4 – ARENAL

vulcão Arenal é uma das principais atracções da Costa Rica.

Apanhámos alguma chuva mas conseguimos ver o vulcão, inclusive a deitar fumo. No Resort onde ficamos, existem piscinas de água termal quente. Nem imaginam como soube bem após dias e dias a andar a pé no meio da floresta!

No Arenal, fizemos vários passeios na floresta, nas suas pontes colgantes (pontes suspensas) e vimos muitos animais em estado selvagem. Foram dias de muito contacto com a natureza, a respirar o verdadeiro ar puro da Costa Rica.

5 – MONTE VERDE

Do calor passamos para uma zona montanhosa e húmida, com chuvas torrenciais diárias: Monte Verde. É um monte e é verde (como o nome indica).

É uma cidade no noroeste montanhoso da Costa Rica, conhecida pelas florestas de biodiversidade nas nuvens e pelas suas pontes sobre o topo das árvores. Apanhamos algum frio, pois não íamos preparados para os 15 graus! Não deixamos a melhor impressão sobre o bem vestir do povo português! O importante é estar quente, por isso entre roupa minha e do Zé, tudo valeu!

Aproveitamos para visitar um santuário de morcegos, outro de cobras, e um borboletário. Almoçamos num restaurante na árvore e vimos muitas espécies animais, até no caminho para o hotel.


 

5- MANOEL ANTÓNIO

Última paragem, na costa sul da Costa Rica, situada na costa do Pacífico. Se procuram uma praia paradisíaca, desiludam-se que as Caraíbas nisso são bem melhores. A praia não é nada de especial, mas o parque natural de Manoel António vale muito a pena, para ver preguiças e macacos. A praia tem muitos guaxinins e macacos de cara branca.


Foram 15 dias maravilhosos, num país que adorei por muitas razões e que recomendo a todos. Nós fomos em Maio, e apanhamos chuva diariamente.

Levem impermeáveis para a chuva, calçado confortável para andar, protector solar e anti-mosquitos (para a Rain Forest), uma mochila (que anda muitas horas às costas e que tem de ser confortável), uma garrafa para encher de água.

Ponham na mala umas calças de ganga velhas (para os desportos como o canopy), uma fato de banho e uns chinelos, e roupa leve que seque facilmente (apanham-se grandes molhas). Levem um secador de cabelo, para secar o calçado que todos os dias fica ensopado!

Quem for ao Monte Verde, que leve camisolas mais quentes, meias e calças.

Aproveitem! Pura Vida!

Zanzibar, ou Hakuna Matata

Africa, Continente de terra quente, de gente de sorriso fácil e de fruta maravilhosa. Quem vai uma vez à Africa quer sempre voltar.  Berço da humanidade, as pessoas são afáveis, humildes e felizes por partilharem montes e recordações.

Na minha última viagem, escolhi Zanzibar.

Zanzibar é nome dado ao conjunto de duas ilhas do Arquipélago de Zanzibar, ao largo da costa da Tanzânia, na margem leste-africana, de que formam um estado semi autónomo daquele país. As duas ilhas são chamadas Unguja (em suaíli) ou Zanzibar e Pemba e estão separadas do continente pelo Canal de Zanzibar. Neste país, conhecido pela música Hakuna Matata, o principal é relaxar e levar a vida tranquilamente. Pole pole!

Fomos para a aldeia de Palumba, que vive da pesca. As mulheres da aldeia cultivam algas, que vendem para a industria da cosmética e para alimentação chinesa.

1 – COMO CHEGAR

Para viajar para Zanzibar, basta ter o passaporte válido por 6 meses e a vacina da febre amarela (que se pode tirar na consulta do viajante). Voamos pela Air Ethiopia e fiquei surpreendida. Os aviões são recentes, a tripulação muito querida e a comida boa e em abundância. Não conseguimos voo direto, pelo que fizemos escala em Roma, Addis Ababa e Kilimanjaro (mais de 20 horas literalmente com a mochila as costas!). Depois o transfer levou-nos diretamente para o PalumboReef Resort, gerido por brasileiros mas com toda a equipa local.  Chegamos ao fim do dia. Anoitece cedo.

Hotel – vista da piscina

Recepção do resort.

O hotel é guardado por jovens Masai, da tribo da Tanzânia,

2 – A PRAIA

A praia (de areia branca e águas cristalinas) onde ficamos era extensa e nela as mulheres da aldeia cultivam as algas. Apanhamos dezenas de conchas enormes (tão grandes que algumas tiveram que ficar em terra por pesarem demais). Os jovens da aldeia passam o dia na praia, ou a vender objectos ou excursões (que são 1/3 do valor das mesmas excursões vendidas no hotel).

A água é morna. Não tão quente como nas Caraíbas.

Falam inglês e francês fluentemente, e conseguem aconselhar em relação às excursões disponíveis. Podem regatear, que eles até aceitam bem isso e baixam os valores.

A maré sobe e desce de forma dramática!

2 –  STONE TOWN

A cidade de Stone Town é pequena, acolhedora e com imensos monumentos. Capital de Zanzibar, banhada pelo Indico, é conhecida no mundo inteiro por ter nascido nela o famoso Freddy Mercury (nome artístico de Farrokh Bulsara, que nasceu a 5 de setembro de 1946).

Tem ruelas labirínticas, lojas de rua, cheiros diversos e muito movimento. Sei que os portugueses passaram por lá, em tempos antigos e os canhões virados para o mar referem-se a Portugal nas suas inscrições! Vasco da Gama foi o primeiro europeu a desembarcar neste paraíso em 1499 e estabeleceu um domínio de Portugal durante dois séculos.

A visitar: Mercado Darajani, a casa de Freddy Mercury, o antigo forte e a casa das maravilhas.

CASA ONDE NASCEU FREDDY MERCURY

Mercado

3 – SAFARI BLUE

O BLUE SAFARI  é uma excursão vendida pelos hotéis mas que compramos aos miúdos da praia, o Ali e o Hadji.

Fomos a uma ilha comer uma refeição de lagosta e marisco, comida típica,  e paramos na barreira de coral e numa ilha de areia branca.



4 – PRISON ISLAN OU Changuu

Na viagem à Ilha dos Escravos, para além de visitar o forte onde desembarcavam os escravos para depois serem levados para a Europa, pode também ver as tartarugas centenárias que ali vivem, e cuja idade está inscrita na carapaça!

OUTROS DADOS

Pode também fazer a Volta das especiarias, uma visita a uma fazenda que cultiva vários tipos de especiarias.

Para além da cultura, a comida é maravilhosa, nomeadamente a fruta. Fazem sumo de cana de açúcar, caseiro, e espetadas de carne nas ruas. O clima é moderado (nós fomos em janeiro). Esteve quase sempre encoberto, embora com calor.

Trocamos euros e dollars pela moeda local, mas aceitam euros no comércio em geral.

A maioria da população é muçulmana.

O país pareceu-nos muito seguro.

 

FRUTA LOCAL.

Para terminar, deixo-vos com a musica que se canta TODOS os dias:

https://www.youtube.com/watch?v=wqmbVfKiDI8

Tailândia

No final de 2016 decidimos visitar a Tailândia após demorarmos algum tempo a nos decidir quanto ao destino.

Gosto muito da Ásia, embora só conhecesse Macau, e sabia que queria ir para aquela zona do globo.

Escolhemos Bangkok, Chiang Mai e Koh Samui. Fizemos as viagens entre cidades de avião – cuidado com o peso das malas em voos internos! Tivemos que vestir camadas de roupa, mudar sacos etc.

Fomos sem expectativas demasiado elevadas, pois muita gente nos disse que a Tailândia era suja, cheirava mal etc. Ai e o medo da comida….

Nada disso aconteceu. Os dias que lá passamos foram todos diferentes. Intensos e ricos em experiências. Fugimos a Puket e as ilhas Phi Phi e preferimos escolher actidades á medida e fazer nós o nosso roteiro. Vamos a isso?

1 – COMO CHEGAR

Viajamos pela Logitravel. A viagem é longa pois não fomos de voo direto mas merece cada minuto!

2 – BANGKOK

Trânsito caótico, comida de rua, tuk tuks e gente simpática. É assim que caracterizo Bangkok.

A visitar:

Wat Pho – que tem o Buda gigante inclinado.

Wat Phra Kiew e o Grand palace

Há muitos palácios!!!!!!

Os mercados noturnos

Khao san Road

O mercado flutuante

China Town

Andar de Tuk Tuk e comer Pad thai e a comida tailandesa no seu todo!

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A foto anterior é na rua mais louca da cidade: Khao san Road, onde aproveitamos para passear à noite, jantar e fazer umas massagens aos pés! Sim, aproveitem cada dia para fazer massagens tailandesas, que o preço é maravilhoso e saem a flutuar!

Aproveitamos para conhecer a cidade, visitar templos e o mercado nocturnos, comer na rua. Não perdemos os genuínos mercados flutuantes e jantamos na torre mais alta da capital (Sky bar e jantar  na torre) , com amigos que estavam de passagem.

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Nota: não fomos ao mercado flutuante que vem nos roteiros e que se compra nos hotéis! Arranjamos taxista e fomos ao mercado Damnoen Saduak Floating Market mas sim Khlong Lat Mayom Floating Market, que para mim é genuíno e autÊntico. Compramos uma viagem de 3 horas pelos canais a um preço muito baixo

 

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CHIANG MAI

Para além dos 300 templos que vale a pena visitar (não todos credo! Escolha uns 20 no máximo), Chiang Mai oferece outras atrações bem giras! Alugamos uma scooter 125 durante um dia (6 euros) para irmos ao templo que fica no cimo do monte e que tem autênticas romarias devotas.

fomos visitar também um local onde se faz papel a partir de coco de elefante, passar um dia com elefantes (não andar em cima deles que isso a mim mexe comigo), e por fim fazer rzafting no rio. Visitamos a aldeia das mulheres girafa, compramos recordações e adormecemos de regresso ao hotel!


KHO SAMUI

Última paragem: Kho saiu. Não apanhamos grande calor nem sol, mas deu para descontrair. O resort era muito agradável. Kho Samui é uma ilha simpática, descontraída e fizemos alguns passeios de barco para conhecer pequenas ilhas perto.

Compramos as excursões no hotel.





Queremos muito voltar. A Ásia tem esta magia!